-Perguntas Frequentes-
O principal sinal é a mudança brusca ou persistente no comportamento da criança. Fique atento a sinais como: isolamento, agressividade repentina, choro frequente, medos excessivos, regressões (como voltar a fazer xixi na cama), dificuldades na escola ou alteração no sono e na alimentação. Se esses comportamentos estão gerando sofrimento para a criança ou afetando a rotina familiar, a avaliação de um profissional é recomendada.
Com crianças, o processo acontece de forma lúdica. O brincar é a linguagem natural da infância. No consultório, utilizamos jogos, desenhos, bonecos, histórias e atividades artísticas. Através dessas brincadeiras estruturadas, o psicólogo consegue acessar o mundo emocional da criança, entender seus conflitos, medos e traumas, ajudando-a a expressar e resinificar o que está sentindo sem a pressão de uma conversa formal.
Sim, a participação dos pais é fundamental. O desenvolvimento da criança está diretamente ligado ao ambiente em que ela vive. Por isso, além das sessões individuais com a criança, são realizados encontros periódicos de Orientação Parental. Nessas sessões, conversamos com os responsáveis para entender a dinâmica da casa, feedbacks sobre a evolução e passar estratégias práticas para que a família saiba como apoiar o progresso do filho no dia a dia.
As sessões acontecem uma vez por semana, com duração média de 40 a 50 minutos. O tempo total do tratamento é totalmente individual e depende da demanda de cada criança, da gravidade dos sintomas e da colaboração da família. O processo terapêutico é contínuo e a alta é planejada em conjunto com os pais, assim que a criança demonstra melhora consistente e autonomia para lidar com suas questões.
O sigilo na terapia infantil é protegido pelo Código de Ética e é essencial para que a criança confie no terapeuta e se sinta segura para se expressar. O conteúdo exato das brincadeiras e falas não é repassado aos pais linha por linha. No entanto, os responsáveis são sempre informados sobre o andamento do caso, a evolução do tratamento e as orientações práticas de como agir em casa. Se houver qualquer situação de risco, os pais serão comunicados imediatamente.
-Perguntas Frequentes-
O principal sinal é a mudança brusca ou persistente no comportamento da criança. Fique atento a sinais como: isolamento, agressividade repentina, choro frequente, medos excessivos, regressões (como voltar a fazer xixi na cama), dificuldades na escola ou alteração no sono e na alimentação. Se esses comportamentos estão gerando sofrimento para a criança ou afetando a rotina familiar, a avaliação de um profissional é recomendada.
Com crianças, o processo acontece de forma lúdica. O brincar é a linguagem natural da infância. No consultório, utilizamos jogos, desenhos, bonecos, histórias e atividades artísticas. Através dessas brincadeiras estruturadas, o psicólogo consegue acessar o mundo emocional da criança, entender seus conflitos, medos e traumas, ajudando-a a expressar e resinificar o que está sentindo sem a pressão de uma conversa formal.
Sim, a participação dos pais é fundamental. O desenvolvimento da criança está diretamente ligado ao ambiente em que ela vive. Por isso, além das sessões individuais com a criança, são realizados encontros periódicos de Orientação Parental. Nessas sessões, conversamos com os responsáveis para entender a dinâmica da casa, feedbacks sobre a evolução e passar estratégias práticas para que a família saiba como apoiar o progresso do filho no dia a dia.
As sessões acontecem uma vez por semana, com duração média de 40 a 50 minutos. O tempo total do tratamento é totalmente individual e depende da demanda de cada criança, da gravidade dos sintomas e da colaboração da família. O processo terapêutico é contínuo e a alta é planejada em conjunto com os pais, assim que a criança demonstra melhora consistente e autonomia para lidar com suas questões.
O sigilo na terapia infantil é protegido pelo Código de Ética e é essencial para que a criança confie no terapeuta e se sinta segura para se expressar. O conteúdo exato das brincadeiras e falas não é repassado aos pais linha por linha. No entanto, os responsáveis são sempre informados sobre o andamento do caso, a evolução do tratamento e as orientações práticas de como agir em casa. Se houver qualquer situação de risco, os pais serão comunicados imediatamente.




